Eu queria que só num olhar
Tu me fosses buscar
Tanto do que (Te) tenho de falar.
E que nesse olhar
A cada seu piscar
Tu me fosses buscar
Cada um do silêncio,
Que eu sempre sufoquei
Só para não te contar:
Dos pequenos tormentos
Trogloditas pensamentos,
Lascas de idos momentos
Em que com o passar do tempo,
Me vão ficando em rasgos
Num semblante
vazio já por Si só cansado de Se olhar.
Era tudo o que eu queria...
Que Tu me olhasses e só mesmo...
Me olhasses sem perguntar...
Sem perguntar em que estado físico fica o Seu estar.
E cala-te silêncio!
Cala-te sem mencionar,
sem mencionar sequer
o vago inerte que te exalta.
Cala-te!!!
Cala-te e deixa-te ficar.
Deixa-te ficar prostrado na existência do nada
a contemplar o vazio ainda para lá do que não se alcança,
exaltado com a inexistência da Tua nula aparência.
Cala-te e não vejas ao espelho a Tua outra face, fecha os olhos e absorve toda a tranquilidade da satisfação que ao inalar o ar te traz como presença a única real existência.
A vida com Sua beleza a pairar lado a lado com Tua consciência...
Eu só queria que tu fosses o silêncio
para ser eu a Tua viagem.
E nela embarcar sem olhar à margem de onde a nossa barca acabara de zarpar.
Faço minhas,as palavras que não dizes...E...Aqui podes vir consultar teus sentimentos,pois aqui eles estão como que ao relento,numa corrente de ar que docemente os acalenta,num aposento que só tu lá entraS com o teu pensamento.Sou eu decerto que os descrevo,mas és tu com toda a certeza que os sentes.Pois os sentimentos não são únicos e independentes,são de todos nós,enquanto ainda nos acreditamos ser humanamente gente. E nada disto te é dito com tristeza!!!... Arte em Rima...
quarta-feira, 13 de março de 2019
segunda-feira, 6 de agosto de 2018
Marcos da Vida
Não me digas que vou morrer!
Não porque não seja minha intenção
ou nem mesmo porque me apeteça,
mas só te peço que não me lembres
que um dia por todo te deixarei de ver...
Não, não me lembres...
Longínquo que venha
esse momento!!!...
Tardio, distante... Atrasado mesmo!!!
Muito fora de horas!
Para eu num último momento,
no meu último suspiro,
só te sussurrar ao ouvido o perdão (em lágrimas) de tudo aquilo que não fizemos,
por angústia do meu viver.
E assim te demonstrar todo o meu arrependimento, por não ter a consciência que tu me amavas e só a mim me lembravas da morte, numa tentativa fogaz de eu não deixar de viver a vida antes de a perder.
Não porque não seja minha intenção
ou nem mesmo porque me apeteça,
mas só te peço que não me lembres
que um dia por todo te deixarei de ver...
Não, não me lembres...
Longínquo que venha
esse momento!!!...
Tardio, distante... Atrasado mesmo!!!
Muito fora de horas!
Para eu num último momento,
no meu último suspiro,
só te sussurrar ao ouvido o perdão (em lágrimas) de tudo aquilo que não fizemos,
por angústia do meu viver.
E assim te demonstrar todo o meu arrependimento, por não ter a consciência que tu me amavas e só a mim me lembravas da morte, numa tentativa fogaz de eu não deixar de viver a vida antes de a perder.
quarta-feira, 30 de novembro de 2016
Supra Sensação de Saudade
Sentir falta de tocar
na beleza extrema,
saudades de premanecer
envolto(a) de uma atmosfera
límpida de calma...
A sensação de harmonia
calculada em paz interina...
...!!!...
!!!:::SER INOCENTE NOVAMENTE:::!!!
na beleza extrema,
saudades de premanecer
envolto(a) de uma atmosfera
límpida de calma...
A sensação de harmonia
calculada em paz interina...
...!!!...
!!!:::SER INOCENTE NOVAMENTE:::!!!
quinta-feira, 10 de março de 2016
Eucalipto…
E;
Ao invés
de um verso, paralelo ao caminho da estrada velha, num monte de
realeza ao desfile dos mais destemidos, lá está o Eucalipto. Ainda
persiste e sobrevive, apesar da água do Rio só abundar nas
saraivadas dos invernos, já não tão rigorosos e duradouros como em
tempos idos. Mas mesmo assim, ali erguido se estende do Seu tronco
até ao limite que se espelha no céu e reflecte nas hortas
verdejantes coloridas com o castanho do caminho ainda de pó de uma
estrada arrozada por muros festivos, mais ainda à quinta que seja o
dia que se concretiza. Se concretiza a tarde livre de um Cavaleiro
Herói na Sua Majestosa história de dever cumprido e afecto sentido
por uma fraqueza que a Mãe Natureza adoptou a um menino do Seu reino
que por todas as Suas forças o mantinha protegido.
Ao re
Ao
resvés de uma rima, erudito no ramo da Medicina. Em cavalgadas
apressadas contra o destino, se esboça em esforço e
relatividade à gravidade do Seu tronco erguendo-se a uma altura só
ao alcance do céu e às ramagens mais ao topo, vai buscar o oxigénio
que só da Sua grandeza se alcança para tão grande acto de
Irmandade. Correndo de regresso ao ápice de um instante, não vá o
oxigénio que se seque e se esgueire numa textura quebradiça
tonificando-se pela côr da estrada que o leva ao Seu Palácio. Onde
em leito de Maternidade se encontra o menino, não deitado em berço
que respira, mas sim sentado por sua ausência. Aguardando com
fraqueza tal verdejante bênção Divina pela mão e braços de Seu
Herói, ramagens inteiras predilectas de verdejantes páginas de
Eucalipto. Prontas a fundir num oceano vulcânico de vapor e
oxigénio libertador dos pequenos brônquios do menino de quem o Seu
Herói se prostra em sua fronte e se ri, se ri das caretas húmidas
que por debaixo da toalha se espelha numa felicidade de vida e sem
FIM…
Ainda
também para o Eucalipto.
Ao meu Irmão.
quarta-feira, 28 de maio de 2014
Adeus Que Me Vou Embora
Longe vai o Oceano
para lá de toda a Sua imensidão.
Terra Natal que me deste à luz
No ventre de uma Mulher sem Igual.
Terra berço do meu Lar,
Portugal da minha nação
Natural do Continente e ilhas sem Par
Trago-te sempre no coração.
Longe vai todo o alcance da vista
para lá de ficar sem memória
lugar que guardo saudade acrescida
terra nossa que é a minha história.
P.S- Sem qualquer intenção de ilustrar... apenas com a intenção de o transmitir... texto exposto repentinamente sem pensar na beleza... só na descrição.
para lá de toda a Sua imensidão.
Terra Natal que me deste à luz
No ventre de uma Mulher sem Igual.
Terra berço do meu Lar,
Portugal da minha nação
Natural do Continente e ilhas sem Par
Trago-te sempre no coração.
Longe vai todo o alcance da vista
para lá de ficar sem memória
lugar que guardo saudade acrescida
terra nossa que é a minha história.
P.S- Sem qualquer intenção de ilustrar... apenas com a intenção de o transmitir... texto exposto repentinamente sem pensar na beleza... só na descrição.
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Exercício Escrito(Directamente do raciocínio corrido)
Dar um título
dar um promíscuo
dar um contínuo:
prolongo de enunciar
e repetir
toda a continuidade
de ser sempre da mesma maneira
a igual forma de se ser o que se seja
desde o começo até ao seu termo...
Baptizar com um título
louvar em contínuo
todo o seu intimo promíscuo ser
de o ser por ser exímio...
único no ser.
dar um promíscuo
dar um contínuo:
prolongo de enunciar
e repetir
toda a continuidade
de ser sempre da mesma maneira
a igual forma de se ser o que se seja
desde o começo até ao seu termo...
Baptizar com um título
louvar em contínuo
todo o seu intimo promíscuo ser
de o ser por ser exímio...
único no ser.
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Uma Revolução na arte Visual/Poética ainda em Projecto
http://therapturefilm2013.wix.com/the-rapture-film#
Uma longa metragem que vai sensibilizar
o espectador ao desespeito pelo clima, opinar sobre o estado da europa na
actualidade para um futuro século, transportá-lo numa viagem interior de um
personagem característico de um jovem liberal da nossa actualidade, com todos
os argumentos que literalmente se interprete por viagem… Vale a pena
acompanhar, apoiar, divulgar e Opinar sobre este projecto que vai ser
concretizado… Consultem a página web e sejam Bem vindos ao The Rapture.
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